segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Sunshine


Final de ano, semi-férias de Judão, e eu resolvi colocar em dia os filmes que eu tinha pra assistir, mas que a falta de tempo ou pura vagabundagem me impediram de apreciar ao longo do ano de 2008.

No meio desses filmes, alguns como O Procurado, Trovão Tropical e Segurando as Pontas, estava Sunshine, filme dirigido pelo Danny Boyle, mesmo diretor de filmes como Trainspotting, Extermínio e um provável candidato ao Oscar do ano que vem, Slumdog Millionaire.

Faz um bom tempo que todo mundo fala que o filme é realmente bom, então resolvi dar uma chance.

Sunshine conta a história da tripulação da nave Icarus II, que tem como missão explodir uma megabomba no Sol, que está morrendo, e deixando a Terra numa eterna era glacial, que traria o fim da humanidade.

Só por essa história, o filme poderia descambar pro estilo Armageddon de filme, com explosões, momentos heróicos, uma gostosa que forneceria para o herói e coisas do gênero.

É esse o diferencial do filme. Ao contrário da versão Michael Bay de salvar o mundo, o filme trata muito mais do peso da responsabilidade dos oito tripulantes da nave do que aquela coisa de "Vamos salvar o mundo, voltar e festejar como se não houvesse amanhã, porque somos fodões!". Cada escolha que eles fazem tem valor e consequências sérias para a história.

Ao se encontrarem a milhares de quilometros da Terra, eles têm apenas uns aos outros para confiar, e a escolha de um pode ser vital para a sobrevivência do resto. E tal escolha é realizada, e muda completamente o rumo da missão.

Não vou falar mais para não estragar tudo o que acontece, mas até o questionamento teológico é realizado, o velho "Quem é o Homem para tentar lutar contra a vontade de Deus?".

Se mesmo assim você não se interesse muito pelo filme pela história, pelo menos assista pelo visual do filme. Como bem disse o Froio, o filme tem algumas das imagens mais bonitas que tem pra se ver. No final do filme, eu tive a vontade de tocar no Sol, por mais estúpida que essa idéia possa parecer. =D

Resumindo, é um filme que merece ser assistido. Se você gosta de um bom filme de ficção, vale e muito a pena dar uma chance pra esse filme que muita gente não deu muita bola, mas que merece atenção daqueles que gostam de uma boa ficção científica.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O dia em que a parede ganhou do Homem-Aranha

Um dos poderes mais legais do Homem-Aranha é o lance de grudar na parede. É algo sagaz e que eu gostaria de fazer.

O problema é que o bagulho é meio difícil, pra não chamar impossível.

Mas sempre tem um bobo em festa de criança que quer provar o contrário. O problema é que a parede foi mais sagaz que o Homem-Aranha.



Pior que o desgraçado tava bem, dando pirueta e tudo. Foi querer fazer graça, se fodeu.=D

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Eu Sou A Lenda




Fazia tempo que eu não postava, e muito mais tempo desde que eu resolvi falar sobre um filme em especial, mas esse eu acho que merece.
Eu já tinha falado sobre ele por aqui e lá no Judão, mas enfim...

Antes de mais nada, digo que não li o livro em que se baseia Eu Sou A Lenda. Já ouvi falar, mas nunca li. Portanto, posso falar sem preconceitos sobre o filme.

Pra quem não sabe do que se trata, Eu Sou A Lenda conta a história de Robert Neville, um cara imune a um vírus que se espalhou pelo mundo e transformou seres humanos e animais em seres com tendências canibais e baixa tolerância ao sol. Resumindo, meio que viraram vampiros.

O Neville é o único imune ao vírus em toda NY, e pelo que ele sabe, pode ser o último sobrevivente.

Quando você assiste aos trailer, você pode pensar "esse filme vai ser agitado pra cacete!". Pois não é bem assim.
O filme tem cenas de ação? Tem, mas não são o grande atrativo.
Elas estão lá, sempre aumentando a tensão da cena, ao invés de só um show de CGI.
CGI esse que tenho que dizer que é bem porco, mas eu já falo disso.

O grande trunfo do filme está na sua estrela, Will Smith, que não exibe seus maneirismo, e nos dá uma atuação muito boa, passando com competência o retrato de um homem que mantém uma esperança incrível de conseguir superar as adversidades pra não perder a sanidade.

Uma coisa que sempre me indicou se o filme era bom ou não era o fato de eu me imaginar no lugar do personagem. Quando você entende o porque que o personagem tá dando risada, chorando, porque ele fez o que fez. Eu me senti assim ao assistir Eu Sou A Lenda.

Você se pergunta no início "Por que esse puto não sai matando geral?" ou "por que ele não vai embora e foda-se Nova York?. Depois você vai entender que ele tá lá pra encontrar uma cura. Não pra salvar alguém que ele se importa, mas sim a si mesmo. Pra ter um motivo pra continuar, pra seguir em frente.

Sobre a Alice Braga, atriz brasileira e nhui que trabalha no filme, não tenho muito o que falar sem entregar a história do filme, só que ela tem um papel importantíssimo na conclusão da história.

O filme é perfeito? Não.
É uma merda? Longe disso.

Muita gente vai reclamar dos "monstros" do filme. Os "vampiros" parecem mais com zumbis, e são bem fakes. Mas a aparência deles não diminui a ameaça que eles apresentam pro Neville.

Ver Nova York desolada(com direito a poster do filme do Superman Vs Batman) é muito foda. Ver o Robert sozinho, com a sua cadela caçando, sempre alerta pra chegada da noite é muito tenso.

A única copisa que realmente me incomodou foi o final meio apressado. Vocês vão perceber que com 2/3 de filme tudo acontece rápido demais, como se algum figurão do estúdio chegasse e falasse pro diretor Francis Lawrence(o mesmo de Constantine) "olha, tá meio parado, taca um pouco mais de ação e explosões, tá bem?" e deu aquela apertada no braço, saca?=D

Um final alternativo, que já foi mencionado pelo próprio Smith em passagem pelo Brasil pra divulgar o filme, deve aparecer no DVD. Final esse que deve ser mais fiel ao livro, mas enfim.

Resumindo tudo, Eu Sou A Lenda é um filme muito bom, que infelizmente fica meio atropelado no 3° ato, mas mesmo assim não pode ser ignorado.


Portanto, recomendo que vocês levantem suas respectivas bundas e vão até o cinema assistir o filme, ok?=D

Aquele abraço.=D

Trailer



quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Jogar Wii pode ser prejuducial à sua saúde. =D

Eu estou a semanas pensando no que postar aqui para reiniciar as atividades desse blog.
Tipo, semanas mesmo.
Eu sempre penso em algo, mas esse algo foge de meus pensamentos, graças a Call Of Duty, ou Ragnarok, ou Judão, o que seja.

Mas eis que hoje, eu recebo um vídeo. Um vídeo com conteúdo tão bizarro que poderia ter vindo de qualquer um dos meus amigos, mas não. Recebi de Leka, the Muse.
Quando eu chamo de muse, é por causa disso. Do nada eu resolvi que tinha que escrever algo.XD

Falar sobre Wii é um pouco difícil pra mim, já que apenas imagino o quão legal seja jogar esse console insano. As pessoas que tem falam que é foda, e tudo indica que é verdade.

Mas me respondam, ele é tão legal a ponto de você se deixar ser estuprado por um animal ao largar o Wiimote e salvar o seu botão?



WTF IS WRONG WITH THIS LITTLE BASTARD???

Tipo, até a queda dele, ele tá meio "sai, seu bobo", mas aí ele ri. E se ajeita pro cachorro fazer a boa!

O mundo está perdido. Eu não tenho mais o que falar.

Roppongi club LIVES!!!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Bom filho sempre a casa volta. Ou não.=D

Depois de um bom tempo longe, eis que retorno de leve para Roppongi Club. Fiquei pensando no tempo que só tava escrevendo pro Judão, como atualizar isso aqui. E com o que, já que as notícias que eu postava aqui, agora posto por lá. Foi daí que eu depois de muito pensar, resolvi que postaria aqui tudo o que eu já postava antes, menos as notícias.
Eu sou um gênio mesmo. Ou um grande bosta.
O que importa é que agora eu voltei e entro em double shift, aqui e no Judão.

ROPPONGI LIVESSSSSS

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Roppongi Cars

Carros viram 'bichinhos de estimação' para japoneses

Engraçadinho, comunicativo e cúbico parecem ser os ítens que compõem a mais nova tendência em se tratando das novidades das principais montadoras do Japão - Toyota, Honda e Nissan - a serem exibidas no Salão do Automóvel de Tóquio, que começa no dia 26.



Japoneses lançam flashes para fotografar o interior do Puyo, o carro que "muda de cor quando está feliz"


Com nomes pouco convencionais, como Rin, Puyo e Pivo 2, os carros "conceito" ao estilo brinquedinho, ou espetáculo, parecem mais inspirados no iPod, em cápsulas espaciais futuristas ou mangás japoneses do que em qualquer outra coisa que normalmente poderíamos associar a automóveis.

De fato, todos recebem a denominação de veículos terapêuticos. Mas nenhum tem previsão de venda ao público, pelo menos não em um futuro breve.

Por trás das novidades, existe a idéia cada vez mais forte entre as montadoras japonesas de que é preciso que se tomem mais medidas para combater a imagem dos carros como os vilões responsáveis por problemas como poluição, aquecimento global e acidentes de tráfego.

A solução das empresas: transformar o carro em um companheiro, um amigo, abandonando a condição de mera máquina usada apenas para nos levar para lá e para cá.



O Honda Puyo deve ser tratado com carinho, segundo montadora


'Bichinho de estimação'

A Honda chega a afirmar que o Puyo, o carro-conceito branco em formato de cápsula com superfície emborrachada, equipado com um mega pára-brisa panorâmico, deve ser recebido como um animal de estimação. A cabine do Puyo, veículo com propulsão de célula de combustível, gira para que ele não precise ir para trás.

O carro brilha em diversas tonalidades de luz sob a superfície do corpo de silicone para se comunicar com as pessoas e, segundo a Honda, fica verde quando está feliz. O velocímetro brilha em um tom brando de azul no painel que lembra os tecidos crus para que o interior se pareça mais como uma sala de estar.

Em uma prévia concedida à imprensa, a Honda comparou a estética do Puyo, cujo nome se baseia na palavra japonesa usada para descrever objetos macios ou flutuantes, a coisas engraçadinhas como um coelhinho e um balão.



O Rin, da Toyota, foi projetado para criar harmonia com a natureza


Harmonia com a natureza

O Rin, da Toyota, tem um visual semelhante ao do Puyo, mas possui alguns detalhes em verde sobre branco para ressaltar o que, segundo a montadora, representa a serenidade do automóvel para que o motorista se sinta em harmonia com a natureza.

O Rin, nome que significa "correto" e "gracioso", tem o chão transparente e janelas amplas. Segundo a Toyota, os assentos na cor bege realçam o tom de pele dos passageiros e foram projetados para melhorar a postura.

"Este carro está relacionado ao conceito de belo e saudável", diz Satoru Taniguchi, que supervisiona o Rin, um híbrido gás-elétrico de plug-in. Os carros tipo plug-in rodam mais com eletricidade do que um híbrido comum porque são recarregados em tomadas domésticas.



O Pivo2, projetado para estacionar com toda a segurança


'Robozinho'

A cabine do veículo elétrico Pivo 2, da Nissan Motor Co., gira sobre a base de roda conseguindo virar para a direção oposta. Os pneus do automóvel também giram 90 graus, permitindo que ele se mova lateralmente facilitando a baliza em vagas apertadas.

Para não deixar a mensagem de graciosidade passar despercebida pelos visitantes do Salão de Tóquio, o Pivo, nome derivado da palavra "pivot", possui uma cabeça giratória de robô posicionada próxima ao volante que conversa com o motorista com uma voz estridente.

fonte G1

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Breaking Benjamin é foda

Esse post não tem nada em especial. Uma noticia da banda, nem nada. É só um jeito de falar pra mais pessoas que Breaking Benjamin é foda. Em breve eu até colocarei uma breve biografia deles aqui. Ou não. O_o

Mas aqui vão três músicas fodas e seus respectivos clipes e pra acabá um atentado editado por este que vos escreve, com cenas do "Homem-Aranha 3, as aventuras de Peter Emo"

Diary of Jane



Breath



Breath-Spider man 3



Esse post foi criado só pra mostrar que Roppongi Club ainda respira. =D
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